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	<title>Neturalmente &#187; medicina</title>
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	<description>À procura de uma vida saudável</description>
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		<title>7 mitos médicos vistos à lupa</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 17:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos rodeados de mitos. Ouvimos e contamos, com ligeireza, factos que pensamos científicos. Com surpresa somos apanhados de vez em quando com estudos que vêm desmistificar o que há muito tínhamos aprendido. É o caso destes 7 mitos médicos que o British Medical Journal resolveu analisar. Leiam e espantem-se! Água: devem beber-se pelo menos oito copos de água por dia. Procuraram no Medline, no [...]<p>Artigo do <a href="http://neturalmente.com">Neturalmente - Ã� procura de uma vida saudÃ¡vel</a><br/><br/><a href="http://neturalmente.com/ciencia/7-mitos-medicos-vistos-a-lupa/">7 mitos médicos vistos à lupa</a></p>
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</p><p>Vivemos rodeados de mitos. Ouvimos e contamos, com ligeireza, factos que pensamos científicos. Com surpresa somos apanhados de vez em quando com estudos que vêm desmistificar o que há muito tínhamos aprendido.</p>
<p>É o caso destes 7 mitos médicos que o British Medical Journal resolveu analisar. Leiam e espantem-se!</p>
<p><strong>Água: devem beber-se pelo menos oito copos de água por dia.</strong><br />
Procuraram no Medline, no Google, na imprensa científica e jornais diários. A melhor explicação que os médicos conseguiram encontrar para esta alegação é uma recomendação de 1945 que defende um limite máximo de 2,5 litros de água por dia. Com o tempo, omitiu-se a segunda parte da afirmação, que clarifica que grande parte desta água está nos alimentos, passando a ser interpretada como instrução para beber, pelo menos, oito copos de água por dia. Frederick Stare, o fundador do Departamento de Nutrição da Harvard&#8217;s School of Public Health veio mais tarde apoiar a mesma ideia. Mas o “fraco suporte científico” da recomendação do nutricionista foi contestado num artigo do American Journal of Phisiology por Heinz Valtin, a que os autores britânicos reconhecem maior validade.</p>
<p><img ALIGN="left" HEIGHT="190" WIDTH="150" BORDER="0" ALT="lupa150x190.jpg" SRC="http://farm3.static.flickr.com/2173/2282218282_946855aca7_o.jpg" title="7 mitos médicos vistos à lupa" alt=" 7 mitos médicos vistos à lupa" /><strong>Só usamos 10% do nosso cérebro.</strong><br />
Apesar dos enormes avanços na área da neurociência, a convicção de que só utilizamos uma décima parte do nosso cérebro tem-se mantido. As pesquisas efectuadas para este artigo do British Medical Journal fazem remontar o argumento ao início do século, quando se acreditava nas capacidades ilimitadas do ser humano. Hoje, as novas tecnologias de imagiologia permitem ir mais longe do estudo da função e actividade cerebrais, permitindo que a comunidade científica possa assegurar de que não existem áreas no cérebro inutilizadas. Todos os métodos utilizados para explorar o cérebro, incluindo estudos metabólicos, não identificaram áreas “adormecidas” nem os ditos 90% inactivos.</p>
<p><strong>Depois de morrermos, cabelo e unhas continuam a crescer.</strong><br />
A imagem mórbida dos cabelos e unhas de cadáveres a crescer no caixão pode resultar em filmes, mas falha em rigor médico. O antropólogo forense William Maples garante que a ideia é um mito, mas admite uma base biológica para ele. Como o perito e muitos dermatologistas explicam, a desidratação do corpo pode provocar um recuo da pele, criando a aparência de que cabelo e unhas estão mais compridos.</p>
<p><strong>Rapar o cabelo/pelo faz com que ele cresça mais rápido, mais grosso e mais escuro.</strong><br />
É um mito sem fundamento, com forte evidência científica a desacreditá-lo. O estudo mais antigo a negar a ligação entre cortar cabelo e o ritmo do seu crescimento é de 1928; vários surgiram entretanto a suportar a mesma tese. A terminação do cabelo (e do pelo) rapado não tem a mesma suavidade do não-rapado, podendo criar a ilusão de que é mais grosso. Explicam também os cientistas que se o novo cabelo em crescimento parece mais escuro, isto pode dever-se ao facto de não ter estado ainda exposto ao sol e aos químicos existentes no meio ambiente.</p>
<p><strong>Ler com pouca luz pode prejudicar os olhos.</strong><br />
Apesar de muito difundido, este mito não tem repercussão junto dos profissionais de oftalmologia. De facto, ao ler num ambiente com pouca luz, a visão é submetida a um esforço maior, podendo tornar a focagem mais difícil e diminuir a quantidade de vezes que o olho pestaneja, o que seca a córnea e causa desconforto ocular. Mas os efeitos não são permanentes e nem a função nem a estrutura dos olhos são afectadas por esta atitude.</p>
<p><strong>Comer peru causa sonolência.</strong><br />
A hipótese resulta do facto do peru conter triptofano, aminoácido envolvido no processo do sono e relacionado com os distúrbios de humor. Existem até fórmulas à base de triptofano para ajudar a adormecer. Só que a quantidade existente no peru não é assim tão significativa (cerca de 350 mg por 115 g), e os alimentos que se ingerem como acompanhamento contribuem para diminuir a absorção e minimizar o efeito. Ou seja, não conte com o peru para lhe curar as insónias, a não ser que abuse do vinho. Não tardará a descobrir que a sonolência induzida pelo álcool não é um mito… mas nenhum médico recomenda o seu consumo com estes objectivos.</p>
<p><strong>Telemóveis causam interferência magnética nos hospitais.</strong><br />
É verdade, existem relatórios de incidentes relacionados com a utilização de telemóveis em hospitais (falsos alarmes em monitores, leituras incorrectas em monitores cardíacos, falhas de funcionamento). A partir do momento que o Wall Street Journal fez capa desta possível ligação, gerou-se o alarmismo que fez com que muitos hospitais banissem a utilização de telemóveis nas suas instalações. O artigo do British Medical Journal não consubstancia estas suspeitas. De acordo com estudos britânicos, apenas 4% dos aparelhos reagiram aos telemóveis quando colocados a menos de um metro de distância. E só 0,1% dos incidentes revelaram efeitos graves. Um estudo de 2007 descreveu ainda como o uso “normal” de telemóveis não interferiu com 300 testes, efectuados em 75 salas de tratamentos.</p>
<p>Fonte: <a HREF="http://performance.pt/html/saude_desc.asp?id=463" TARGET="_blank" TITLE="performance.pt">performance.pt </a></p>
<p>Artigo do <a href="http://neturalmente.com">Neturalmente - Ã� procura de uma vida saudÃ¡vel</a><br/><br/><a href="http://neturalmente.com/ciencia/7-mitos-medicos-vistos-a-lupa/">7 mitos médicos vistos à lupa</a></p>
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