Existem três métodos fundamentais de processar chá a partir das folhas of Camellia sinensis. Todos os métodos começam da mesma forma. As folhas frescas são apanhadas à mão dos novos rebentos de Camellia sinensis. Recomenda-se usar ramos com 2 a 3 folhas. Depois são enroladas e desfeitas.
- Um dos métodos consiste em torrar ou aquecer as folhas neste ponto, o que origina o Chá Verde. Este passo é necessário para remover qualquer humidade na folha, e para parar a fermentação. Assim, minimizam-se as reacções químicas e as enzimas oxidativas são inactivadas, em particular a reacção de oxidação catalisada pela da enzima polifenol oxidase (PPO) das catequinas da folha de chá (Wilson and Clifford, 1992).
- Se as folhas forem deixadas em repouso por longos períodos de tempo após serem enroladas e moídas ficam pretas devido à oxidação. A oxidação escurece a cor das folhas mas também lhes permite novos compostos aromáticos, conhecidos como taninos. O aquecimento pára o processo e origina Chá Preto.
- O terceiro método consiste em permitir que o chá apenas oxide parcialmente de modo que alguns dos aromas do chá verde fresco e alguns dos aromas mais fortes do chá preto sejam combinados. O aquecimento nesta fase origina Chá Oolong ou chá branco.
Há ainda um quarto tipo de chá, que é o Chá Vermelho, ou Pu Ehr (não confundir com o chá vermelho Rooibos), mas este baseia-se no segundo método, com a diferença que o tempo de fermentação é muito superior.
Série de artigos sobre o Chá Verde:


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Estou neste momento a tirar o Mestrado de Bioquímica e Química dos Alimentos além de estar no 4º ano do curso de Medicina Tradicional Chinesa.
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